terça-feira, janeiro 27, 2004
Sorrir à morte
Foi com um sorriso que Fehér enfrentou a morte. E para morrer mais vale que seja assim: sorrindo-lhe, sem medo, nem rancor, nem dor, e muito menos sofrimento. Passar para o lado de lá num instante, num lapso, é a melhor vingança contra a morte. Que gosta de ser dolorosa, destruidora, horripilante e miserável.
Nada mais a dizer, aliás. Foi brutal, fulminante, sem pensar duas vezes. Fehér morreu a sorrir, bem disposto, no vigor dos seus 24 anos. Foi o fio que se partiu. O mesmo fio, de lâmina, que separa a vida da morte.
retirado de Diário Digital-Sapo
Foi com um sorriso que Fehér enfrentou a morte. E para morrer mais vale que seja assim: sorrindo-lhe, sem medo, nem rancor, nem dor, e muito menos sofrimento. Passar para o lado de lá num instante, num lapso, é a melhor vingança contra a morte. Que gosta de ser dolorosa, destruidora, horripilante e miserável.
Nada mais a dizer, aliás. Foi brutal, fulminante, sem pensar duas vezes. Fehér morreu a sorrir, bem disposto, no vigor dos seus 24 anos. Foi o fio que se partiu. O mesmo fio, de lâmina, que separa a vida da morte.
retirado de Diário Digital-Sapo